"São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito à indenização pelo dano (...) decorrente de sua violação." (Constituição Brasileira - Art. 5º, X)
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sábado, 19 de julho de 2008
ELEIÇÃO 2008: PROMOTORA PEDE IMPUGNAÇÃO DE LOURDES MELO E JONINHA
TERESINA - SUCESSÃO MUNICIPAL: COM A PALAVRA, O CANDIDATO
O Prefeito da Luta do Povo
O PSDB governa Teresina há mais de vinte anos e não tem resolvido os graves problemas do município. O PT governa o Estado e mantém a mesma política do PSDB, de arrocho salarial dos servidores e privilégios aos grandes empresários.
A grave situação em que se encontra a cidade exige medidas contundentes e o fim da era da propaganda enganosa e das ações de fachadas. A população sofre com a falta de atendimento à saúde, transportes precários e passagens caras; degradação do meio ambiente; falta de saneamento, desemprego. A situação habitacional em Teresina é extremamente grave. Temos um déficit habitacional de mais de 30 mil moradias e, situações de moradias em área de risco, especialmente nas enchentes. Defendemos condições dignas de moradia, sem alagamentos, com água e luz para toda a população.
Sílvio Mendes governa a Saúde do Município há 14 anos e Nazareno Fonteles foi Secretário Estadual de Saúde. Este é o pior de todos os serviços públicos municipais. Basta circular pela periferia da cidade para ver a precariedade dos postos de saúde, doentes sem atendimentos e pacientes abandonados em corredores de hospitais públicos. Depois de dezessete anos de espera pelo HUT-Hospital de Urgência de Teresina, este foi inaugurado para ser fechado três meses depois. Defendemos uma Saúde Pública de qualidade para Teresina.
Vamos assegurar o funcionamento pleno do HUT (P. S. Municipal); equipar os Hospitais dos bairros para atendimento dos serviços de baixa complexidade. Assegurar a universalização do PSF – Programa Saúde da Família, valorização do Agente de Saúde e lutar pela contrapartida do Governo do Estado para o financiamento do Programa, além da contratação de pessoal, via concurso público.O PSDB tem vendido a imagem de que a Educação que Teresina oferece é uma das melhores do país. No entanto, cerca de metade das crianças de 03 a 06 anos de idade estão fora da Escola.
O Prefeito instituiu o PROVÃO, obrigando o professor a se submeter a um novo concurso, a cada 03 anos, para disputar uma promoção. A SEMEC gasta apenas 49% dos recursos do FUNDEB com o salário do magistério, quando a lei obriga a gastar, no mínimo, 60%. Nós, da Frente de Esquerda Socialista temos o compromisso de: Universalizar a Educação Infantil, nos próximos 04 anos; Implementar, gradativamente, o atendimento de tempo integral, especialmente para a Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino Fundamental; Integrar as políticas de Educação, à Cultura e ao Esporte, ampliando a presença destes no espaço escolar; Melhorar os salários do magistério e demais servidores.
Teresina, antes cidade pacata já começa a apresentar altos índices de violência. Precisamos melhorar as condições de segurança nos espaços públicos de convivência e lazer, qualificar o entorno das escolas, oferecer iluminação pública eficiente em toda a cidade. Mas, para nós, a melhor forma de combater a violência e a criminalidade é, portanto: gerar emprego e renda; garantir moradia digna; incluir todas as crianças e adolescentes na escola; incentivar e desenvolver atividades culturais e esportivas. Este é nosso compromisso. Frente de Esquerda Socialista. PSOL/PSTU
quinta-feira, 17 de julho de 2008
ELEIÇÕES/2008 - PREFEITURA DE TERESINA

pequena burguesa,
disfarçada de pobre
(de pobre ela só tem a cara),
maranhense
(natural de Pedreiras-Ma),
é Candidata a Prefeita de Teresina.
Pode, Freud?
quarta-feira, 16 de julho de 2008
O PAGAMENTO DA 2ª PARCELA DO PRECATÓRIO PARA POLICIAIS CIVIS DEVE SAIR NESTA SEMANA
terça-feira, 15 de julho de 2008
SUCESSÃO MUNICIPAL: LOURDES MELO SE IRRITA AO SER QUESTIONADA POR DIRIGIR HILLUX
Na abertura das perguntas ao público, a redação recebeu muitos telefonemas perguntando porque a candidata fazia sua campanha eleitoral em um carro importado (Toyota Hillux). Lourdes Melo, ao ser questionada por Douglas Cordeiro, durante entrevista ao vivo, disse que não vê problema algum em andar em uma caminhonete, doada pelo pai de suas filhas.
O Cidadeverde.com procurou Lourdes Melo, na saída da TV Cidade Verde, em uma tentativa de registrar ela em sua caminhonete. Foi explicado à candidata a intenção do portal, que era ilustrar essa matéria que enfatizaria seu esclarecimento em torno da pergunta feita no Jornal do Piauí.
A candidata à prefeitura de Teresina irritou-se e não permitiu o registro, disse que o Cidadeverde.com tinha a intenção de prejudicá-la e perguntou à funcionária do portal se queriam que ela andasse de jumento. Deu as costas e saiu dizendo: "Agora eu vi, eu sendo alvo de Paparazzi".
Da Redação
http://br.mc555.mail.yahoo.com/mc/compose?to=redacao@cidadeverde.com
segunda-feira, 14 de julho de 2008
ELEIÇÕES/2008: SUCESSÃO MUNICIPAL
domingo, 13 de julho de 2008
Hoje: 18 Anos do ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente
RIO - Protestos pela paz marcaram na manhã deste sábado o início da missa de sétimo dia do menino João Roberto Amorim Soares, de 3 anos, morto no último domingo na Tijuca por policiais militares . Por volta das 9h da manhã, familiares e amigos começaram a chegar na Catedral Metropolitana de São Sebastião, na Avenida Chile, no Centro, vestindo camisas brancas estampadas com a foto do menino. Com faixas pretas em sinal de luto, cerca de 20 taxistas, colegas de trabalho do pai de João, chegaram em carreata ao local. (Veja fotos cerimônia)
Estatuto da Criança ganha versão em quadrinhos no Plenarinho
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Brasil: A Violência Institucional no Estado Democrático de Direito
No dia 8 maio de 2004, oito adolescentes privados de liberdade na cela 01 do Complexo de Defesa da Cidadania, em Teresina(PI), instituição que abriga o Plantão Interinstitucional cujas finalidades encontram-se previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (artigo 88, inciso V ), tentaram simular um incêndio para uma arriscada fuga, a fim de passarem o DIA DAS MÃES em casa. Os adolescentes atearam fogo em alguns colchões para chamar a atenção dos 14 servidores (policiais e educadores) que estavam de plantão naquela noite. A iniciativa deles fracassou.
A utilização de colchões de espuma favoreceu a propagação do fogo, por tratar-se de um material com grande poder inflamável. Além disso, os extintores de incêndio existentes no Complexo de Defesa da Cidadania estavam todos com a carga vencida, ou seja, sem condições de uso. O único sobrevivente, W.J.S.S., só conseguiu escapar, com graves lesões nos braços e pernas, porque teve a idéia de recuar, ligar o chuveiro, molhar-se e usar um colchão molhado, como escudo. Os outros 7 adolescentes ficaram próximos a grade, parte mais afetada pelo fogo, gritando por "socorro" e na esperança de que os funcionários de plantão, abrissem a cela.
Através de depoimentos que constam dos autos do inquérito policial, pode-se ter uma forte visão da tragédia de 08 de maio de 2004. A descrição de cenas chocantes de adolescentes sendo assados vivos e conscientes dentro de um forno; depois, agonizando, chorando, gritando por socorro, pedindo água, e recebendo jatos de soro em seus corpos, enquanto rolavam pelo chão nos corredores do Complexo de “Defesa” da Cidadania, perdendo a pele que ficava pregada no chão.
Nessas codições, eles ainda tiveram que caminhar até as ambulâncias para serem conduzidos ao Pronto Socorro do Hospital Getúlio Vargas; com exceção de Ítalo Leonardo, considerado pelos servidores como o que se encontrava em estado gravíssimo, ao ponto de nem conseguir se levantar do colchão onde dormia, tendo que ser carregado pelo pessoal de serviço.
De acordo com os autos, as vítimas deram entrada no Pronto Socorro do Hospital Getúlio Vargas por volta das 21 hor
as e 15 minutos e que lá permaneceram em enfermarias coletivas sob os cuidados das enfermeiras de plantão e de um cirurgião plástico, que trataram das queimaduras que se encontravam expostas, fazendo curativos e colocando gaze, a fim de evitar a contaminação da pele que, até então, se encontrava exposta e sujeita a infecções.
Cinco adolescentes morreram logo. Um outro morreu no dia seguinte. Mais um faleceu na madrugada do dia 12.
O desespero dos adolescentes, foi marcado pela ausência dos familiares. Segundo os depoimentos de servidores do H.G.V., os jovens vitimados pediam insistentemente que avisassem suas mães, o que não foi levado em consideração, provocando-lhes pânico e impedindo a maioria de ver a família em seus últimos instantes de vida. Boa parte das mães só ficou sabendo da tragédia no dia seguinte (09/05), juntamente com a notícia da morte de seu filho, ou seja, quando foi chamada a identificar o corpo.
A Constituição Federal de 1988 (Título II, Capítulo I, Artigo 5º, Inciso LXII) estabelece que “A prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente e à família do preso ou à pessoa por ele indicada”. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Capítulo II, Artigo 107, dispõe o seguinte: “A apreensão de qualquer adolescente e o local onde se encontra recolhido serão incontinenti comunicados à autoridade judiciária competente e à família do apreendido ou à pessoa por ele indicada”. O caso do Complexo de Defesa da Cidadania serve como exemplo da realidade vivida pelos adolescentes pobres no que se refere ao Sistema de Garantia de Direitos.
Familiares das vítimas, em depoimentos constantes dos autos do Inquérito da Polícia Civil, afirmaram que a apreensão de alguns não foi comunicada à família, dentre eles registra-se o caso, amplamente divulgado na imprensa, do adolescente M.A.F. Segundo sua avó, Dona Neusa, em declaração publicada no Jornal “Diário do Povo”, edição do dia 15/05/04, o neto saiu para “ganhar uns trocados” olhando carros no mercado e o pessoal que o levou nem se preocupou em informar a família sobre sua prisão. Os familiares deste somente foram comunicados de que o adolescente havia sido apreendido depois que aconteceu a tragédia, ou seja, sua apreensão se deu, conforme Certidão expedida pela Delegacia de Segurança e Proteção ao Menor (10 de maio de 2004), às 9 horas e 50 minutos do dia 8 de maio e a comunicação à família se deu por volta de meia-noite, quando o jovem se encontrava no Pronto Socorro do Hospital Getúlio Vargas, entre a vida e a morte.
A mãe do adolescente identificado pelas iniciais I.L.M.A.F. (16 anos) conta que, já no Hospital onde foram atendidos, eles pediam insistentemente para que avisassem suas famílias, fato que foi ignorado. Em contato com as mães dos adolescentes P.S.R.S., O.C.A.N., W.S.O. e L.C.Q.S., constatou-se que as mesmas tomaram conhecimento da tragédia apenas no dia seguinte, juntamente com a notícia da morte de seus filhos, ou seja, quando chamadas a identificar os corpos.
O estado tenta reprimir a violência pela maneira mais fácil, isto é, matando ou trancando os infratores das regras e valores estabelecidos em estabelecimentos prisionais, apregoando que serão “re-socializados” para voltar ao convívio fora do sistema prisional.
O caso dos adolescentes vitimados no incêndio do dia 08 de maio no Complexo de Defesa da Cidadania é prova disso: enclausurados numa instituição que, ironicamente, representa a porta de entrada do sistema de garantia de direitos, cujo atendimento deveria ser ágil e eficaz, eles perderam a liberdade, foram tratados de forma desumana, permaneceram sem segurança e, sob a custódia do Estado, perderam suas vidas de forma trágica, sobrevivendo apenas um que se encontra “inválido”.
Os direitos humanos são os direitos de todos, ou seja, aqueles decorrentes da dignidade do ser humano e a Constituição Federal do Brasil, no seu Artigo 5º, define o seguinte: Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, (...). Na prática, trata-se de uma letra morta, haja vista que esses direitos são constantemente violados por meio da chamada violência institucional.
Assi
m como os jovens queimados no Complexo de Defesa da Cidadania, em Teresina, o menino João Roberto foi vítima da violência desenfreada, praticada "em nome da lei, da ordem e da autoridade do estado". Assim como o governador do Rio de Janeiro - Sérgio Cabral, o governador do Piauí - Wellington Dias, chorou diante das câmeras, pediu perdão às famílias e à sociedade; prometeu instaurar processo administrativo-disciplinar para apurar as responsabilidades dos servidores envolvidos na tragédia. No entanto, até hoje, 4 anos e alguns meses após o episódio, nenhuma resposta foi dada às famílias das vítimas.
Faço minhas as palavras do pai do garoto João Roberto: "a justiça precisa ser feita, mas não dessa forma. (...) o estado não pode matar ninguém, é pra isso que existem as leis".
É preciso que num "estado democrático de direito", o direito à vida seja respeitado ao extremo e que os gestores públicos assumam suas responsabilidades pelos (des)caminhos do estado, no cumprimento da sua tarefa principal: oferecer condições dígnas e seguras de sobrevivência à população. Não é à toa que o Brasil é o 5º país onde mais morrem jovens assassinados.
É preciso combater a banalização da violência, em vez de institucionalizá-la. Não se pode considerar normal mortes trágicas como essas, praticadas por agentes que, investidos de autoridade, deveriam proteger vidas em vez de tirá-las.
Cabral: PMs envolvidos na morte de João Roberto são insanos e débeis mentais
Execução do menino João Roberto: Cabral vai expulsar militares
MP pede prisão e PMs são indiciados por fuzilar menino Delegado está convencido da ?intenção de matar?[br]e diz que os policiais tentaram ?mascarar a verdade?
A promotora Christiane Barbosa Monnerat pediu ontem à Justiça a prisão temporária por 30 dias do cabo William de Paula, de 36 anos, e do soldado Elias Gonçalves da Costa Neto, de 30, indiciados horas antes pelo assassinato de João Roberto Amorim Soares, de 3 anos.
O delegado Walter Alves Oliveira afirmou estar "convencido da intenção de matar" e por isso indiciou os PMs pelo crime de homicídio doloso qualificado (sem chance de defesa para a vítima). A Polícia Civil informou que, como o projétil que atingiu a cabeça da criança não estava inteiro, não será possível identificar qual dos dois policiais foi o responsável pelo tiro que matou João.
Em depoimento momentos depois do crime, no fim da noite de domingo, os policiais afirmaram que o carro da advogada Alessandra Amorim Soares, onde estava, além de João Roberto, seu irmão Vinicius, de 9 meses, foi pego no meio de uma troca de tiros com criminosos que estavam num Fiat Stilo preto.
O delegado tem provas de que os policiais mentiram no depoimento. Oliveira usou imagens do circuito de segurança do prédio que fica na frente do local do crime. "A fita foi conclusiva para apontar o interesse deles em mascarar a verdade". Nas imagens os policiais "nitidamente" disparam mais de 15 tiros contra o carro da família, um Palio Weekend grafite, segundo o delegado. "O carro é totalmente diferente (do Fiat Stilo preto). Tenho certeza de que não era a intenção deles matar a criança. Cometeram um erro lamentável", afirmou.
As imagens não mostram nenhum Fiat Stilo preto. Os policiais já estão presos administrativamente por ordem do comandante do 6º Batalhão de Polícia Militar (Tijuca), coronel Ruy Loury. Ele afirmou que até o prazo da prisão administrativa expirar, amanhã, estará concluída a sindicância interna que apura a conduta dos militares.
Loury contou que o cabo e o soldado realmente perseguiam um Fiat Stilo, que havia praticado assaltos na região. "Mas não importa a justificativa dada pelos policiais. Mesmo que aleguem falta de treinamento ou uma eventual troca de tiros. Na vida profissional de um policial militar, se convive com o medo do inesperado, mas nada justifica a morte dessa criança."
PERFIL
O comandante informou que ambos os policiais trabalham no 6º Batalhão há pouco mais de três anos. O soldado está ali desde sua formação e o cabo se encontra na corporação há cerca de 10 anos. "Conversei com eles e estão arrasados, porque também são pais de família. Mas na Polícia Militar não vamos passar a mão na cabeça de ninguém.
"Na noite de segunda-feira, uma equipe do 6º BPM encontrou o Fiat Stilo preto roubado na noite de sábado. O carro foi abandonado numa das entradas do Morro do Cruz, perto do local do crime. O delegado Walter Oliveira informou que deve recolher o depoimento do dono do veículo para tentar elaborar um retrato falado dos criminosos.
Polícia do Rio de Janeiro é a que mais mata no mundo
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Isabella: família depõe a favor de casal em São Paulo
UESPI: Prorrogada, até dia 15, inscrição para os cursos de pós-graduação
Senado aprova mais dinheiro para a Educação
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Escola de Música abre novas vagas
30% das crianças que nascem no Piauí não são registradas
Correios: Greve deixa mais de 150 mil cartas encalhadas
Relatório Global 2008 da OIT - Liberdade Sindical
terça-feira, 1 de julho de 2008
Greve dos Correios atinge 18 Estados, afirma sindicato
Preço da cesta básica sobe quase 30% no 1º semestre
Enfermeira joga filha de 8 meses pela janela em Curitiba
Madrasta ajudou pai a jogar Isabella, indica laudo do IC
COMITÊ ESTADUAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS-PI



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